3 mãos de diferentes gerações uma em cima da outra
Gestão de Pessoas

26 de julho de 2024

Última atualização: 05 de fevereiro de 2025

Gerações: quais são, consumo e impacto nas empresas

O conceito de geração evoluiu ao longo do tempo. Hoje, usamos uma definição sociológica baseada em períodos de 15 anos, permitindo entender padrões de comportamento, consumo e trabalho.

Mas por que isso importa? A análise geracional ajuda empresas, gestores e profissionais de marketing a entender melhor o comportamento de diferentes grupos etários. Isso impacta desde a comunicação e o atendimento até o desenvolvimento de produtos e serviços.

Então, quais são as gerações e por que a análise geracional é útil? Neste blog exploramos as diferentes gerações, suas características e impactos no consumo e no mercado de trabalho.

O que são as gerações e como são definidas?

A divisão geracional se baseia em fatores históricos, sociais e tecnológicos. Grandes eventos, mudanças no comportamento e avanços tecnológicos influenciam a forma como as pessoas vivem, consomem e trabalham.

As gerações e suas características

Geração dos Construtores (nascidos antes de 1946)

  • Testemunharam grandes eventos históricos, como a Segunda Guerra Mundial.
  • Valorizam resiliência, disciplina e estabilidade.
  • Preferem interações presenciais e tradicionais no consumo.
  • Eles são defensores de valores e compromissos sobre os quais a nossa sociedade se baseia. 

Baby Boomers (1946-1964)

  • Nasceram no período pós-guerra, com forte crescimento populacional e econômico.
  • Valorizam trabalho duro, hierarquia e estabilidade financeira.
  • São a geração que mais investe em imóveis e planos de aposentadoria.
  • Provocaram grandes mudanças culturais, sociais e econômicas, e continuam a ter impactos na sociedade de hoje. 

Geração X (1965-1979)

  • Cresceram durante a transição tecnológica dos anos 80 e 90.
  • São independentes, céticos e equilibram a vida profissional e pessoal.
  • Valorizam segurança no emprego, mas também empreendimentos próprios.
  • Eles estabeleceram-se bem economicamente, à medida que o seu patrimônio líquido acelerou a partir do início dos anos noventa.

Geração Y – Millennials (1980-1994)

  • São a primeira geração a crescer com internet e globalização.
  • Priorizam experiências sobre bens materiais.
  • Valorizam propósito no trabalhoempresas com impacto social positivo.
  • Hoje, esta geração está entrando na fase da vida parental e familiar à medida que chega aos 30 e 40 anos.

Geração Z (1995-2009)

  • Nativos digitais, cresceram com smartphones e redes sociais.
  • Preferem flexibilidade, diversidade e consumo consciente.
  • Valorizam marcas autênticas e transparentes.
  • Eles se concentram em valores, realização e fazer a diferença.

Geração Alfa (2010-2024)

  • A primeira geração a nascer plenamente no século XXI e a ser moldada nesta nova era.
  • Primeira geração 100% digital, nascida em um mundo hiperconectado.
  • Possuem alto acesso a tecnologia desde o nascimento.
  • Ainda estão em formação, mas espera-se um perfil altamente inovador.

Geração Beta (2025-2039)

  • Futuro ainda incerto, mas devem ser tecnologicamente integrados e multiculturais.
  • Maior adaptação à inteligência artificial e automação.

Por que a análise geracional é importante?

Compreender como cada geração pensa, trabalha e consome é essencial para empresas e profissionais que querem se destacar no mercado.

No ambiente corporativo: empresas que sabem equilibrar diferentes gerações no time conseguem melhorar a comunicação, evitar conflitos e reter talentos.

No consumo: cada geração tem um comportamento de compra diferente. Enquanto os Baby Boomers preferem lojas físicas, os Millennials e a Geração Z valorizam experiências digitais e personalização.

Na inovação: produtos e serviços precisam evoluir conforme as preferências de cada geração, desde a forma como são vendidos até os valores que representam.

Geração Z: comportamento de consumo e impacto nas empresas

Geração Z já representa uma grande fatia do mercado consumidor e impacta diretamente nas estratégias de marketing e vendas. Três grandes tendências moldam o comportamento dessa geração:

Consumo digital 

A Geração Z prioriza o acesso a produtos e serviços em vez da posse, impulsionando o consumo colaborativo e a economia gig. Empresas estão adaptando seus modelos de negócio, transformando produtos em serviços e criando plataformas que conectam consumidores. Serviços como Netflix, Uber e Spotify refletem essa mudança de mentalidade. Esse movimento redefine a criação de valor, incentivando relações mais diretas entre marcas e consumidores.

A era da personalização

A Geração Z valoriza a personalização e usa o consumo como forma de auto expressão, preferindo marcas que refletem sua identidade e apoiam causas com as quais se identificam. Muitos consumidores estão dispostos a pagar mais por produtos customizados e inclusivos, desafiando as empresas a repensarem seus modelos de negócio.

Ao mesmo tempo, há resistência em compartilhar dados pessoais, tornando essencial que marcas ofereçam contrapartidas claras. Com a fusão entre os mundos online e offline, cresce a demanda por estratégias omnicanal e segmentação hiper personalizada. O futuro do varejo aponta para um equilíbrio entre consumo de massa e personalização, exigindo maior flexibilidade no marketing, produção e logística.

Consumo ancorado na ética

A Geração Z espera que as marcas tenham um posicionamento autêntico em causas que fazem sentido para seus valores e consumidores. Mais do que discursos, as empresas precisam alinhar suas ações com seus ideais em toda a cadeia de valor, pois contradições são rapidamente percebidas. 

O marketing e a ética corporativa estão cada vez mais interligados, exigindo transparência e coerência. Além disso, os consumidores estão mais atentos a influenciadores patrocinados e valorizam conexões genuínas. Como nativos digitais, a Geração Z tem um alto grau de conectividade, acelerando mudanças no consumo e na tecnologia, criando desafios e oportunidades para as empresas.

Se você quer entender melhor como lidar com as diferenças geracionais no trabalho, melhorar a comunicação com equipes diversas e desenvolver uma gestão eficaz, temos uma dica para você!

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Como as empresas podem se adaptar às novas gerações?

Para se conectar com diferentes gerações, empresas precisam repensar suas estratégias de comunicação e posicionamento. Algumas dicas essenciais:

Adapte o marketing ao público-alvo: enquanto os Baby Boomers preferem e-mails e anúncios tradicionais, a Geração Z se conecta melhor com vídeos curtos e redes sociais.

Invista em omnichannel: o consumidor atual transita entre o online e o offline. Estratégias como integração entre lojas físicas e e-commerce são fundamentais.

Aposte na personalização: produtos customizados e experiências exclusivas criam maior engajamento com a Geração Z e Millennials.

Demonstre propósito e autenticidade: empresas que se posicionam de forma genuína e coerente têm mais chances de conquistar consumidores fiéis.

O entendimento sobre gerações é essencial para o sucesso das empresas. Cada grupo tem suas próprias características e preferências de consumo. Adaptar estratégias para atender às novas demandas do mercado é o caminho para marcas que querem continuar relevantes.

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Equipe FM2S

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